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Karina Fracaro Müller – Cura: O Objetivo Final.

Categoria: Cuide-se!, Outubro Rosa Tags:

Hoje é o último dia de outubro, nesse mês promovemos uma ação social em prol da ACPAC – Associação Casa de Passagem e Apoio a Pessoa com Câncer – onde parte da renda será doada para a instituição.

E convidamos algumas mulheres guerreiras, para ter um dia diferente em suas vidas e contar um pouco da sua trajetória na luta contra o câncer.

Hoje a nossa convidada é a psicóloga e coaching, Karina Fracaro Müller, foi diagnosticada com um linfoma, esse é um tipo de câncer que afeta os linfócitos, que são células responsáveis por proteger o organismo contra infecções e doenças, ela descobriu com 24 anos, em um momento muito especial em sua vida, quando ela havia recém casado e em novembro de 2011 descobriu que estava grávida.

Em fevereiro de 2012 percebeu uma pequena bolinha em sua virilha, que crescia aos poucos, lembra que já estava grávida, seu marido ficou preocupado e recomendou que ela fosse ao médico para averiguar o que poderia ser, a recomendação foi fazer um processo cirúrgico para retirada e seguir para a biopsia, depois de 4 meses a bolinha reapareceu e foi crescendo cada vez mais rápido, Karina voltou ao médico, novamente o nódulo foi retirado e enviado para exames mais específicos.

Após um tempo, o resultado chegou e logo foi repassado para o seu marido, ele resolveu não contar para Karina diretamente, pois como ela estava grávida, isso poderia deixar ela abalada.

Karina começou a perceber mudanças no comportamento de seu esposo, ele andava cabisbaixo, e a apressava para fazer o chá de bebê, mas Karina ainda não tinha barriga de grávida e não entendia o motivo do adiantamento repentino.

Após esse tempo todos os seus familiares sabiam, menos ela, até que um dia o marido de Karina lhe deu a notícia, e ela não conseguia acreditar, tudo foi explicado, pois todos já haviam procurado saber mais sobre o assunto, e assim puderam dar um suporte maior logo no início.

Nesse momento a barriga já estava começando a crescer, então começou a busca por médicos, pois era um tipo de câncer muito agressivo que tinha uma divisão celular muito rápido.

Então começaram as dúvidas e questionamentos, algumas pessoas diziam para Karina fazer o parto prematuro, para poder começar as quimioterapias, e outros diziam que estudos comprovavam que as quimioterapias poderiam ser feitas com a gravidez em andamento, pois não prejudicariam o desenvolvimento de Bela.

Seu marido nunca tomou partido sobre essa decisão, ele sempre quis que isso partisse do coração de Karina.

Karina conta que foi até o seu quarto, se ajoelhou e fez uma oração pedindo que Deus a guiasse na melhor decisão a se tomar, foi nesse momento que ela ouviu uma voz que falava para ela abrir a Bíblia em Jeremias 33:6, onde diz “Eis que eu trarei a ela saúde e cura, e os sararei, e lhes manifestarei abundância de paz e de verdade”, isso foi o que trouxe paz ao seu coração, Karina decidiu que era apenas ela e sua filha, e que elas iriam viver, pois se Deus disse que traria a cura só restava confiar e continuar a gravidez.

Bela, a filha de Karina, fez duas sessões de quimioterapia junto com Karina, e então aguardou 10 dias para fazer o parto.

Como Karina não poderia perder líquidos, e sua saúde estava frágil por conta do tratamento, o parto de Bela teve que ser por cesariana, para preservar o seu bem-estar.

Existe uma frase muito comum para quem está em tratamento contra o câncer, que é “a quimioterapia mata tudo o que há de ruim, mas também mata o que há de bom”, por isso desespero do marido de Karina em fazer o chá de bebe antecipadamente, pois como consequência sua imunidade ficou muito baixa.

 

Bela nasceu linda e com saúde, era a prova que Deus colocou a sua mão e cuidou para que nada de mal acontecesse com sua filha e família.

Karina continua contando que durante o tratamento ela perdeu todo o seu cabelo, cílios e sobrancelhas, isso foi algo que mexeu coma sua vaidade, mas logo percebeu que haviam coisas maiores para se preocupar, como por exemplo a sua família.

Ela continua dizendo que a doença não trata apenas o físico, mas também a parte emocional e espiritual, as coisas começam a ser valorizadas de uma forma diferente.

Após o nascimento da Bela, Karina continuou com as sessões de quimioterapia, e como consequência o tratamento foi mais severo, e teve que ficar separada de sua filha por um período de tempo.

Mas no final tudo deu certo, era tudo no tempo de Deus, como ele queria que acontecesse.

Algo muito importante para o tratamento foi o apoio que recebeu de toda a sua família, sempre estiveram ao seu lado dando forças e suporte para todas as situações, além de amigos que a todo momento mandavam forças e orações para fortalece-la.

Karina, ainda hoje após seis anos, fica surpresa ao encontrar pessoas que estavam em oração por ela naquele momento.

Hoje Karina é coaching de pacientes com câncer e familiares desses pacientes, ela ensina como organizar a saúde mental, transmite coragem e ajuda no suporte para essas pessoas.

Ela também ensina a ter pensamentos fortes, e nunca aceitar a morte, essa é a grande questão, lembrar que o objetivo final é a cura.

 

Produção: Vitória Previatti

Cabelo e Maquiagem: Silvana Hair

Fotografia: Samuel Linhares

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Neusa Zanedim – A Importância do Apoio!

Categoria: Cuide-se!, Moda, Outubro Rosa Tags:

Estamos no Outubro Rosa, nesse mês promovemos uma ação social em prol da ACPAC – Associação Casa de Passagem e Apoio a Pessoa com Câncer – onde parte da renda será doada para a instituição. E convidamos algumas mulheres guerreiras, para ter um dia diferente em suas vidas e contar um pouco da sua trajetória na luta contra o câncer.

Hoje a nossa convidada Neusa Zanedim que foi diagnosticada com câncer de mama aos 39 anos, em um exame de rotina, seu médico identificou um nódulo, que ela não tinha percebido antes, após isso foram feitos mais exames para identificar o grau do problema.

Então voltou ao hospital e os resultados estavam bem alterados, logo foi encaminhada para outros exames pré-operatórios, em seguida, no dia 19 de setembro foi feita a cirurgia para retirada do nódulo e de dez linfonodos que poderiam evoluir para um problema.

Após a cirurgia começaram as sessões de quimioterapia, logo nos primeiros ciclos seus cabelos caíram e isso a deixou abalada, Neusa diz que esse foi o momento mais difícil em sua fase de tratamento.

Assim, após terminar o processo de quimioterapia em Guarapuava, Neusa foi encaminhada para Curitiba, onde teria que fazer sessões de radioterapia, lá ela ficou por 33 dias, de segunda a sexta, voltando para Guarapuava aos finais de semana para ver seu filho de 11 anos, que é o seu bem mais precioso.

Toda manhã no hospital em Curitiba, Neusa iria dar bom dia para as enfermeiras, e fazia uma contagem que há cada sessão de radioterapia que concluía era um dia há mais em sua vida.

O médico falava que ela estava evoluindo bem e as suas chances de cura haviam aumentado, apesar dos efeitos colaterais que queimaram a sua pele, e não poderia usar remédios na região para não bloquear os efeitos do tratamento.

Ela recebeu muito apoio de sua família, amigos e colegas de trabalho, que sempre estiveram ao seu lado.

Neusa foi encaminhada a ACPAC durante as suas sessões de quimioterapia, ela conta que foi acolhida pela instituição com muito carinho, além de conhecer pessoas novas, trocar ideias, experiências e vivencias, e poder usar a sua voz para motivar e encorajar outras pessoas que estavam começando a passar pelo mesmo problema que ela.

 

Hoje, após quase um ano de cirurgia e tratamento, Neusa conta que está bem, e que tudo o que passou foi um grande aprendizado de luta pela vida.

Ela continua dizendo que as pessoas que estão em tratamento devem manter a esperança, seguir em frente sem pensamentos negativos, contando com todo o apoio possível e não ter medo, pois isso vai passar!

Produção: Beatriz Kramer

Cabelo e maquiagem: Silvana Hair

Fotografia: Samuel Linhares

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Claudete Kasnocha – Força e Superação!

Categoria: Cuide-se!, Moda, Outubro Rosa Tags:

Estamos no Outubro Rosa, nesse mês promovemos uma ação social em prol da ACPAC – Associação Casa de Passagem e Apoio a Pessoa com Câncer – onde parte da renda será doada para a instituição. E convidamos algumas mulheres guerreiras, para ter um dia diferente em suas vidas e contar um pouco da sua trajetória na luta contra o câncer.

Hoje a nossa convidada é a Claudete Kasnocha, ela descobriu um câncer no útero com 29 anos, no momento do diagnostico ela diz que ficou muito nervosa, pois tinha seus filhos pequenos, uma menina com 12 anos e um menino com 4 anos, logo fez os exames necessários e foi encaminhada para a cirurgia, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas no momento da cirurgia houve o diagnóstico de um problema no coração, após alguns dias Claudete foi encaminhada para Curitiba e teve que fazer um procedimento cirúrgico, a anuloplastia, onde é colocado uma válvula no coração, ocorreu tudo bem e o médico deu um prazo de durabilidade de 5 anos da duração do procedimento, mas acabou durando 11 anos.

Após isso, ela voltou para Guarapuava e fez a cirurgia do útero para a retirada do câncer, foram necessários dois procedimentos cirúrgicos, sem precisar das sessões de quimioterapia, na época.

Claudete conta que começou uma dor em sua cintura, que foi piorando após alguns dias, então ela procurou ajuda médica e foram prescritas algumas injeções para amenizar a dor, junto com remédios, ela também foi diagnosticada com anemia pois saia para trabalhar pela manhã e voltava a noite, muitas vezes sem sentir fome por conta das dores, nessa época Claudete estava fazendo sua carteira de motorista, então foi para o DETRAN, lá ela não passou bem e em seguida pediu para a sua filha a levar para o pronto-socorro, logo que chegou ela já foi atendida com classe de risco e direcionada para internamento no Hospital Santa Tereza, foram feitos exames para ver se eram problemas respiratórios e deu tudo negativo, após isso Claudete foi para casa aguardar o resultado de outros procedimentos, uns dias depois o Hospital São Vicente de Paulo ligou a avisando para comparecer ao centro oncológico chegando lá foi imediatamente internada e foi nesse momento e ela entregou tudo pra Deus.

Depois disso o médico deu o diagnóstico preciso que Claudete estava com um câncer maligno no pulmão, foram prescritas 6 sessões de quimioterapia com, inicialmente, 20% de chance de cura, mas ela não se sentiu abalada, pois como disse já havia entregado tudo para Deus, a única coisa que perguntou para o médico foi se o seu cabelo iria cair, ele respondeu que sim pois esse é um dos efeitos colaterais da quimioterapia, Claudete conta que esse foi o momento mais difícil para ela, o médico continuou dizendo que na primeira sessão ela já iria melhorar e a tosse que tanto a incomodava iria parar, no início tudo ocorreu bem e após isso suas chances  de cura subiram para 80%, esse foi um momento que ela chorou de alegria, pois era algo praticamente inacreditável para a circunstância, então começou a se sentir mais forte.

Claudete conta que sua mãe começou a ir na ACPAC e sempre contava para ela as suas experiências e insistia para Claudete ir conhecer a instituição, mas ela era resistente e não atendia aos convites da mãe, até que um dia ela sentiu vontade própria de ir até a instituição, chegando lá foi muito bem recebida por pessoas com um astral maravilhoso, lá ela se sentiu em casa, pois começou a trocar experiências e fazer amizades novas, percebeu que lá é seu refúgio, Claudete também diz que hoje ela sabe que venceu essa luta com a ajuda da sua família, amigos e as pessoas da ACPAC, que sempre estiveram com o pensamento positivo ao seu redor.

A mensagem que Claudete deixa é que você não pode se entregar para a doença, deve ter um pensamento do futuro, que será muito bom, e muita esperança, esse é um momento em que você tem que estar cercado de pessoas positivas, que te ajudam a lutar pela vida.

 

 

Produção: Caroline Christ Silvestri

Maquiagem e Cabelo: Silvana Hair

Fotografia: Samuel Linhares

11 pessoas amaram.

Otília Pinheiro – Vida e Fé!

Categoria: Cuide-se!, Outubro Rosa Tags:

Estamos no Outubro Rosa, nesse mês promovemos uma ação social em prol da ACPAC – Associação Casa de Passagem e Apoio a Pessoa com Câncer – onde parte da renda será doada para a instituição. E convidamos algumas mulheres guerreiras, para ter um dia diferente em suas vidas e contar um pouco da sua trajetória na luta contra o câncer.

 

Hoje a nossa convidada é a Otília Pinheiro, ela conta que estava tudo bem com sua saúde, fazia caminhadas, exercícios, e se alimentava bem, porém um dia sentiu que havia alguma coisa doendo embaixo da sua axila, e começou a apalpar, então sentiu um pequeno nódulo, como se fosse do tamanho do caroço de uma azeitona, após isso Otília procurou ajuda médica, então foi feita punção mamária para avaliar se era um câncer benigno ou maligno, foi constatado que era benigno, e a orientação foi fazer outro exame após seis meses, nesse tempo ele se adiantou e uma amiga a aconselhou a procurar novamente um médico, pois aquilo poderia se complicar, logo no outro dia ela estava fazendo uma nova biopsia, e após todo o processo de triagem ela foi encaminhada para as quimioterapias, o tratamento ocorreu no ano de 2007, sua imunidade caiu, até pra tirar sangue ela não tinha forças.

Após passar pelas sessões de quimioterapia, foram prescritas mais 31 sessões de radioterapia em Curitiba, ela ficou na cidade durante 2 meses, indo e voltando para Guarapuava, lá ela recebeu ajuda da casa de apoio e seu marido cuidava dos filhos enquanto Otília estava na capital, lá ela frequentava as missas do padre Reginaldo Manzotti todos os dias e isso à fazia bem, pois estar perto de Deus é algo inexplicável, diz Otília.

 

Ela diz que por mais difícil que possa ser o diagnostico inicial, sempre tem uma chance para a vida, para as pessoas se ajudarem e terem um pensamento de superação, durante o tratamento Otília viu muitas pessoas descreditadas que deixam de lutar e não se importam mais com os cuidados do tratamento, é claro que as pessoas se desesperam, mas o correto é lutar sempre pela vida.

Otília continua dizendo que foi um processo sofrido, mas foi nesse tempo que ela percebeu a importância da valorização da vida e de sentir-se forte, ela sabia que só conseguiu vencer tudo isso com a força de Deus, após o tratamento, nada mais voltou e sua vida segue normal.

Precisamos ter a conscientização e apoiar a causa, pois quando o problema é descoberto com antecedência as chances de cura aumentam!

 

 

Produção: Marina Brignoni

Maquiagem e Cabelo: Silvana Hair

Fotografia: Samuel Linhares

12 pessoas amaram.

Vanessa Kaminski – História e Prevenção.

Categoria: Cuide-se!, Outubro Rosa Tags:

Estamos no Outubro Rosa, nesse mês promovemos uma ação social em prol da ACPAC – Associação Casa de Passagem e Apoio a Pessoa com Câncer – onde parte da renda será doada para a instituição. E convidamos algumas mulheres guerreiras, para ter um dia diferente em suas vidas e contar um pouco da sua trajetória na luta contra o câncer.

Hoje a nossa convidada é a Vanessa Kaminski, ela aceitou nos contar um pouco da sua história e ainda deu dicas sobre prevenção.

 

Vanessa conta que em razão de diversos casos de câncer em sua família, desde os 35 anos fazia acompanhamento médico. Em dezembro de 2011 fez exames de mamografia e ecografia mamária que resultaram normais.

Mas em junho de 2012, ela notou que tinha um nódulo na axila, que já se tratava de linfonodos aumentados de volume. O tratamento inicialmente indicado consistia em 8 sessões de quimioterapia. Como o câncer era muito agressivo foram prescritas 4 sessões de quimioterapia direcionadas às mamas e 4 direcionadas para o pulmão. Os cabelos caíram após 15 dias da primeira sessão de quimioterapia. A medicação relativa das 4 últimas sessões de quimioterapia era mais forte em comparação as primeiras, e houve queda das unhas, sobrancelhas e cílios, além do mal estar constante. Sua última quimioterapia foi no dia 28 de novembro de 2012, em seguida foram feitos exames e os resultados foram excelentes, pois a quimioterapia tinha sido satisfatória, sendo indicada a cirurgia de retirada das mamas e dos linfonodos para evitar recidiva da doença.

 

 

Vanessa acredita que tanto os profissionais da medicina quanto as técnicas cirúrgicas atualmente utilizadas são excelentes, mas não há como esperar que resultado desses procedimentos seja rápido e nem igualado a cirurgias estéticas uma vez que se reconstrução. É verdadeiramente um recomeço.

 

Além dessa expectativa com relação à reconstrução da área afetada, há uma situação complicada relativa aos medicamentos que podem facilitar o ganho de peso. Vanessa alerta que, embora ela ainda tenha hábitos sedentários, é imprescindível que se dê muita atenção à alimentação, que deve ser saudável, bem como a prática de exercícios físicos diários.

Para finalizar, esclareceu que as pessoas precisam se cuidar e se preocupar com a saúde independentemente da sua idade. Depois da doença, Vanessa tem lutado para conscientizar as pessoas para que se previnam, para que utilizem o outubro rosa para lembrar da prevenção e sugere que as pessoas (homens e mulheres) elejam o mês do próprio aniversário para cuidar da saúde, consultar um médico e fazer todos os exames prescritos para possibilitar a detecção precoce de qualquer doença.

 

Produção: Neusa Previatti

Cabelo e Maquiagem: Silvana Hair

Fotografia: Samuel Linhares

26 pessoas amaram.

Vera Lucia e sua trajetória na ACPAC.

Categoria: Moda Tags:

Estamos no Outubro Rosa, nesse mês promovemos uma ação social em prol da ACPAC – Associação Casa de Passagem e Apoio a Pessoa com Câncer – onde parte da renda será doada para a instituição.

E convidamos algumas mulheres guerreiras, para ter um dia diferente em suas vidas e contar um pouco da sua trajetória na luta contra o câncer.

Hoje a nossa convidada é a Vera Lucia, ela é uma das pacientes que utilizam os serviços da ACPAC e contou um pouco da sua trajetória na casa de passagem.

O Outubro Rosa é um mês dedicado a prevenção do câncer de mama, porém é importante lembrar de cuidar da sua saúde sempre, fazendo o check-up completo com o seu médico.

Que foi o que a Vera fez, ela sentia fortes dores em sua região abdominal, então decidiu procurar ajuda médica para descobrir o que estava acontecendo de errado com seu corpo.

Foram feitos vários exames e em um deles foi constatado que Vera estava com um câncer em seu útero, esse foi um momento de choque, pois não era uma notícia esperada e logo Vera se abalou.

Então o tratamento logo começou no Hospital São Vicente de Paulo e ela foi direcionada para a ACPAC, onde recebeu toda a assistência necessária, pois a instituição conta com acompanhamento psicológico, além de outras ofertas aos usuários (pacientes).

Vera diz que a ACPAC foi quem a ajudou a levantar e encarar a doença de outra forma, ela também diz que seus dias são mais alegres na instituição, pois sempre tem uma atividade diferente, como por exemplo os exercícios que auxiliam no cuidado com a saúde, além de trocar muitas vivencias com as outras pessoas que são atendidas pela casa.

Hoje, Vera já está curada, mas prossegue em acompanhamento para manter sua vida saudável, junto de sua sobrinha Rosana, que está sempre ao lado dela para o que precisar.

A ACPAC oferta pernoites com refeições para os pacientes vem de longe e recebem tratamento no Hospital São Vicente, também há auxilio em alimentação, fisioterapia, atendimento psicológico, palestras e orientações por profissionais da enfermagem e projetos que elevam a autoestima do paciente.

 

Produção: Neusa Previatti e Leticia Bicigo

Cabelo e Maquiagem: Hair SIlvana

Fotografia: Samuel Linhares

16 pessoas amaram.
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